segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ser solidário


Solidariedade, ora aí está um conceito que pode ser interpretado de muitas formas, dependendo de pessoa para pessoa. Solidário é aquele que tenta ajudar o próximo sem pedir nada em troca, não faz maus juízos de terceiros e não fica com ideias preconcebidas antes de conhecer alguém.
Solidário é aquele que apesar de ter um dia atarefado, ou até se encontrar numa fase menos fácil da sua vida, disponibiliza um bocadinho do seu tempo, para falar com um amigo/familiar; tem paciência para ajudar o seu filho nos trabalhos de casa, entre outros pequenos gestos que tanto significam.
Ser solidário não é ter pena do próximo, é tentar compreender e saber que basta apenas ouvir essa pessoa, ou até mesmo acompanhá-lo por uns instantes, porque só o facto de lá estarmos é o bastante, principalmente no caso dos idosos eles não nos pedem dinheiro, ou comida, mesmo que por vezes precisem, só querem um pouco de companhia, uma visita de vez em quando, para que não se sintam tão sós e abandonados, isto é ser solidário.
Para alguns ser solidário é apenas desprender de algum dinheiro, para ajudar uma qualquer causa que viram na televisão ou que está na moda, mas na maioria das vezes nem têm conhecimento da causa em questão, apenas o fazem pelo reconhecimento e mediatismo nada mais, isso não é solidariedade, solidário é quem se dispõem a ajudar aqueles que estão em dificuldades e não fazem alarido disso.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Minha mãe, meu mundo!

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

             Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.

Anderson Cavalcante

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

É SEMPRE MELHOR...

É sempre melhor calar enquanto não houver nada de bom a dizer. Assim como é sempre melhor aquietar enquanto não houver nenhuma atitude em harmonia com seu coração a ser tomada!
                                                        Rosana Braga

terça-feira, 30 de agosto de 2011

1 Coríntios 13

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.

domingo, 28 de agosto de 2011

NA MULTIDÃO DE CONSELHEIROS HÁ SABEDORIA

É isto que o sábio Salomão escreveu em Provérbios, fazendo contraste
com a carência de direção para o povo de Israel, incentivando-os a
buscar na lei de Deus, através das pessoas certas, a orientação sobre
o caminho a ser seguido. Pedir e dar conselhos é uma tarefa difícil.
Difícil para quem pede e para quem oferece. É muito comum procurarmos
as pessoas erradas para nos aconselhar. Pedir a alguém, que devido a
história da sua vida, tenta recriar no outro a sua própria história da
maneira que deveria ser. Alguém que luta contra suas próprias
inseguranças e traumas e que não consegue separará-las para falar aos
outros. É mais ou menos como a pessoa que tem medo de altura e ai o
filho vem dizer que deseja dar uma volta na montanha russa, e o pai ou
mãe imediatamente diz que não porque “é muito perigoso”. Na verdade, o
“muito perigoso” não é o resultado de uma análise sobre o verdadeiro
perigo da montanha russa, se é que há algum perigo, e sim a expressão
do medo de altura que o pai ou mãe daquele menino tem. Não pensaram em
realmente quantos acidentes acontecem em montanhas russas ao redor do
mundo. Onde está o tão grande perigo? Este perigo é apenas uma
projeção do medo dos pais para o filho. O mesmo acontece com as
finanças, sobre a maneira de investirmos nosso dinheiro. Com a relação
conjugal, criação de filhos, relacionamentos, enfim. Mas do outro lado
da moeda está a difícil arte de aconselhar. De oferecer nossa
orientação sem “bias”, sem o nosso “achometro”, mas sim fazendo uma
análise correta e coerente do assunto. Livre de interpretações
pessoais e parciais. Algumas pessoas me dizem assim: “mas eu pedi
conselhos para uma pessoa que realmente me amava e deu tudo tão
errado!” Amar muito alguém não é garantia de ajudá-lo a tomar a
decisão mais acertada numa determinada situação. O envolvimento
emocional nem sempre é amigo da verdade. Como já escreveu alguém “quem
diz que o ama não deve lhe dizer o que fazer, mas sim apoiá-lo naquilo
que faz”. Devemos sim pedir conselhos e ouvir as pessoas que
entendemos serem apropriadas para nos ajudar, mas sugiro que antes,
você analise bem para quem você pede conselhos, pois neles podem estar
o seu sucesso ou fracasso.

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