quinta-feira, 14 de março de 2013

Divórcio


Não estou fazendo apologia ao divórcio nem nada, acredito em família, em casamento e em companheirismo e me sinto vocacionada a casar novamente. Mas olhado ao redor vejo muita gente vivendo sem amor por aí, vivendo no comodismo, vivendo acompanhada por medo de ficar só, por medo de enfrentar a vida sozinha, por medo dos obstáculos. Financeiramente falando não é fácil, quando você divide todas as despesas e depois ao separar tem que pagar tudo sozinha, mas é tudo questão de adaptação. Tem gente que mendiga amor, tem gente que nem luta para ter uma relação mais afetiva, legal, romântica, vai levando com a barriga, tem um medo pavoroso do novo, da vida, dos entraves. E tem medo até de exigir ou lutar por um casamento mais digno, mais respeitoso, mais feliz é como se o melhor para a família botasse em xeque o parceiro a ponto dele desistir e ir embora.
Tem muita gente que não ama nem a si mesmo, fica rodeando argumentos para se estagnar. 
Acho estranho se anular assim, acho estranho a pessoa não lembrar que existia e era feliz antes daquela pessoa, daquele dinheiro e daquela vida fazer parte da sua. Tem gente que aguenta de tudo, agressões físicas e psicológicas, desrespeito, falta de fidelidade e lealdade. Medo, medo, medo, comodismo, comodismo, comodismo. Ou prisões emocionais das quais não tenho propriedade para falar.

sexta-feira, 8 de março de 2013

O verdadeiro amor

O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção
estelar. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada,veste-se bem e é fã
do Caetano. Isso são só referênciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério,
pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

sábado, 2 de março de 2013

Felicidade Realista (Mario Quintana)



A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O que espera quando você vive esperando...


Não espere que alguém faça algo por você sem receber algo por ela. Não espere amor sem o dar em troca, ou melhor, espere dar muito amor e não recebê-lo da mesma maneira que o espalha. O ser humano é egoísta por natureza, quanto mais espero das pessoas mais me decepciono. Estou aprendendo é difícil, mas não posso ter pena e conter as palavras por pessoas que não aprendem com suas quedas... a vida foi dura comigo, mas eu sou ainda mais, me cobro, me exijo, ser forte e ter capacidade de buscar o que é de melhor pra mim, mesmo que pra isso eu precise me afastar de muitas pessoas e conviver com poucas que acrescentam. Por mais que se esforce  pode ser o suficiente pra você, mas quanto é o suficiente para mim¿ Desconheço o presente, sinto falta do passado e exijo do futuro. Quem realmente precisar de mim que me busque e me encontre, pois estou perdida procurando “pessoas” que ainda existam!

Marí Emmendörfer

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Eduardo Ferraz


Até o lançamento do livro "Estruturas da Mente", do psicólogo americano Howard Gardner, em 1983, para a grande maioria das pessoas, a inteligência era atribuída a pessoas com alto QI (Quociente de inteligência). Gardner confrontou este paradigma, mostrando em seus estudos que as pessoas são habilidosas de diferentes formas, e que nem todos aprendem da mesma maneira. Dentre as inteligências múltiplas apresentadas pelo psicólogo, as que tratam da capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas e consigo mesmo, somadas, resultam no QE, ou Inteligência Emocional.Diferentemente do QI, que muda muito pouco na idade adulta, a Inteligência Emocional pode ser aprimorada. Embora não seja um processo rápido, o primeiro e grande segredo é o autoconhecimento. É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos estão tendo sobre as pessoas, no ambiente de trabalho, e até mesmo na vida pessoal. Para isso, é essencial que se leve em consideração os feedbacks recebidos, seja de um superior, um subordinado ou de parentes e amigos.

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